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31/12/2019

Gradação: exemplos de como a tecnologia pode ajudar nesse trabalho

Quem trabalha na indústria da moda sabe que um dos trabalhos que mais exige cálculos precisos é a gradação. Exemplos disso se verificam quando temos uma base e precisamos redimensioná-la para atender à variedade de tamanhos e silhuetas do público brasileiro. O consumidor do País é diversificado e miscigenado por natureza. Sem uma gradação perfeita, a peça de vestuário pode perder em essência e estilo. Trata-se, portanto, de uma etapa estratégica na confecção que não pode ser negligenciada caso o objetivo da marca seja cativar uma ampla clientela. 

Grande parte das empresas, por motivos diversos, se apegam a métodos manuais de graduar as peças. Isso significa uma quantidade muito maior de tempo dedicado à fase da modelagem, sem mencionar os riscos maiores de ocorrer equívocos que resultam em desperdício e retrabalho, capazes até mesmo de comprometer toda uma produção. Investir em tecnologias digitais e automáticas é sem dúvida o melhor caminho para garantir eficiência e velocidade na etapa da gradação e evitar dores de cabeça no curso da produção de roupas.    

Gradação: exemplos de como você pode migrar do método analógico para o digital 

Antes de nos aprofundarmos nas vantagens que a automação traz na hora de graduar as peças de roupa, é importante entender como a tecnologia criada para essa etapa do desenvolvimento de moda potencializa as operações executadas no método manual. 

Isso porque a transição do analógico para o digital não consiste numa ruptura completa, mas sim na inclusão de soluções mais velozes e seguras para um trabalho já executado rotineiramente dentro da sua confecção. 

Isso significa que você não irá jogar fora os conhecimentos da gradação manual, mas aplicá-los em ferramentas CAD, intuitivas e de fácil uso, construídas exatamente para essa finalidade. A diferença é que você conseguirá, com essas tecnologias, obter enormes ganhos em produtividade e qualidade. 

Essa migração tecnológica é fundamental se sua empresa pretende crescer em escala de produção e, simultaneamente, oferecer vestuários diferenciados e inovadores sem ficar presa a biotipos específicos.  

Gradação: exemplos de como es da eu ee trabalho é desenvolvido no dia a dia

Em geral, a gradação é o processo no qual um profissional ou empresa de confecção define uma grade de tamanhos a serem cortados tendo como ponto de partida uma base de dimensão média (M ou 42, por exemplo). 

No procedimento manual, ao se obter um modelo padrão, é preciso redesenhá-lo diversas vezes a fim de se obter tamanhos diferentes, maiores e menores do que a referência utilizada inicialmente. 

Depois disso, será preciso cortá-los individualmente e escrever descrições relativas à quantidade de corte, ao sentido do fio e ao nome do modelo – tudo isso feito à mão. 

Esse trabalho, somente para a parte da frente de uma peça, leva, em média, 50 minutos. Para uma peça completa, de modelo básico, o tempo gasto pode chegar a quase 3 horas, contando todos os moldes que podem compor um modelo. 

No entanto, existem produções complexas que exigem mais da gradação. Exemplos disso são as calças jeans, blazers e vestidos detalhados, cuja complexidade demanda maior criatividade e raciocínio lógico por parte do modelista na hora de graduar. 

Sem auxílio de uma solução digital, o modelista terá de realizar diversas operações matemáticas para graduar as peças. 

Há ocasiões em que a gradação é da ordem de milímetros e até mesmo a espessura da ponta do lápis pode comprometer a exatidão do desenho. Em suma, o método manual é passível de erros e outras situações improdutivas que deixam de existir com a automação. 

Automação e gradação: exemplos de como essa etapa é melhorada pela tecnologia

Hoje, existem no mercado ferramentas digitais e automáticas que reduzem drasticamente o tempo empregado na gradação dos moldes sem comprometer a qualidade desse trabalho. 

Muito pelo contrário, na verdade. Essas tecnologias tornam esse trabalho muito mais preciso e vantajoso para as etapas subsequentes de encaixe, corte e costura, promovendo agilidade à cadeia produtiva e maior segurança no momento de fabricar as peças.   

Uma solução como o Audaces Moldes, por exemplo, permite graduar pontos e piques com poucos cliques no mouse, independentemente da quantidade de tamanhos que precisam ser graduados. 

O sistema que desenvolvemos funciona com base na tecnologia CAD, ou seja, utiliza coordenadas cartesianas para aplicar os valores de gradação aos moldes. E o melhor de tudo: o usuário não precisa quebrar a cabeça com a complexidade desse sistema geométrico; basta saber manusear a ferramenta, que é fácil e intuitiva.   

Assim, o usuário dessa solução precisa apenas cadastrar as grades de tamanho das peças – que geralmente variam, dependendo do padrão utilizado por cada empresa – e informar as variações em centímetros ou milímetros do tipo PP ao GG. O modelista pode também utilizar para isso uma padronagem numérica, do 36 ao 52, por exemplo. 

Depois, basta que o profissional clique nos diversos pontos do molde e ative a função de “gradação automática” para, em poucos segundos, obter a gradação a partir dos valores predeterminados no sistema. É possível ainda selecionar e graduar vários pontos de uma vez e economizar muitas horas de trabalho. 

A automação desse processo facilita também elaborações mais complexas e criativas no momento da gradação, como na hora de graduar calças que possuem cós anatômico (um recurso que permite à peça acompanhar melhor a cintura). 

Diferentemente do cós tradicional, o anatômico exige um trabalho de gradação mais cuidadoso em função da sua curvatura. Por isso, qualquer erro de cálculo pode colocar por água abaixo a vantagem estética e funcional desse tipo de peça de vestuário. 

As mais recentes versões do Audaces Moldes já contam com funções específicas para moldes com esse tipo de curvatura anatômica. Utilizando a função “tangente”, por exemplo, o modelista pode graduar os pontos do molde sem distorcer a peça, dando continuidade ao ângulo da curva e focando no seu crescimento diagonal. Tudo isso sem precisar recorrer a complexos cálculos matemáticos. 

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