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16/04/2018

As características do profissional preparado para a Indústria 4.0

O mundo passou, gradativamente, por três estágios importantes na evolução da produção industrial. Tudo começou há pouco mais de 300 anos, na Inglaterra, quando as máquinas a vapor começaram a mudar a forma com que os produtos eram conhecidos. Agora, o mundo vive um outro momento definidor para a sua forma de produzir: a Indústria 4.0.

Esta mudança, assim como as três anteriores revoluções industriais, exigiram mudanças no mercado de trabalho e na postura dos funcionários das empresas. A atual revolução, baseada em tecnologias como internet das coisas, inteligência artificial, nanotecnologia, cloud computing (computação em nuvem), big data e comunicação em rede, está fazendo com que os profissionais tenham uma postura diferenciada. Descubra as principais habilidades e o perfil dos funcionários preparados para a Indústria 4.0.

As principais características do profissional da Indústria 4.0

Nas duas primeiras revoluções industriais, as máquinas – primeiro movidas à vapor, depois impulsionadas pela energia elétrica – mudaram o ambiente de trabalho da indústria servindo como apoio para o trabalho dos funcionários das empresas. De grande porte e exigindo menos conhecimento técnico, estas máquinas impactaram na produção mundial auxiliando as empresas a ganharem em produtividade e escala.

Até a Terceira Revolução Industrial, que começou na segunda metade do século XX com o advento da computação, o perfil dos trabalhadores da indústria era especializado. As pessoas investiam em uma área do conhecimento e se especializavam para poder, junto com as máquinas, entregar produtos de qualidade para o público final.

Com a informatização do mundo, a partir da década de 1970, o perfil dos funcionários da indústria começou a mudar. Ainda mais qualificadas, as pessoas passaram a trabalhar em sintonia com as máquinas sem o trabalho repetitivo visto nas revoluções industriais anteriores. O trabalho repetitivo e especializado passo a ser substituído pelo trabalho mais flexível e com profissionais que dominam mais de uma etapa do processo produtivo.

Além de exigir profissionais mais qualificados e flexíveis, esta nova fase da revolução industrial também valorizou os trabalhadores criativos e capazes de encontrar novas soluções para problemas já conhecidos. Como aliados deles nesta procura estão os computadores, capazes de um nível de processamento de dados impensável anteriormente.

Com a Quarta Revolução Industrial, a produção no mundo deu um novo salto de qualidade, produtividade e perspectivas de trabalho em rede. O que marcou o surgimento desta nova era foi o surgimento e a disseminação da rede mundial de computadores – a internet. A partir desta tecnologia, outras inovações surgiram para mudar a indústria, como as já citadas big data, cloud computing e internet das coisas.

Nesta nova fase da evolução industrial, não são apenas os trabalhadores que atuam para se comunicarem com as máquinas e receberem respostas delas, mas as próprias máquinas e as pessoas atuam em rede para conseguirem respostas mais complexas e eficazes para a produção das indústrias.

“Agora temos a possibilidade de vários dispositivos conversarem entre si e tomarem decisões autônomas. A partir daqui que começa o nosso futuro. E essa brincadeira só está começando”, comentou o diretor de Vendas da Audaces, Rodrigo Cabral, em uma palestra no ONDM 2017 (O Negócio da Moda).

Durante o evento, o executivo da Audaces destacou três qualidades que o profissional deve ter para estar preparado para atuar na Indústria 4.0: atitude, multidisciplinaridade e a compreensão de que todos estão trabalhando/funcionando em rede.

A primeira qualidade fundamental de um profissional preparado para a Quarta Revolução Industrial é ter atitude. “Esta é uma palavra pequena e super poderosa. Vocês tem que ter a atitude de querer mudar, de querer se capacitar, de querer aprender, de querer se transformar”, definiu Cabral.

Além disso, como comentamos antes, outra qualidade fundamental deste novo momento é que o profissional possa trabalhar de forma flexível e, para isso, ele precisa ter uma qualificação mais ampla e uma capacidade de atuação múltipla também.

“Conheço profissionais que atravessaram as suas carreiras aprendendo sobre mais de uma área. Se especializaram não apenas em produto, em vendas ou em marketing, mas também em estamparia ou em produção. Estas pessoas aprenderam mais de uma especialidade, mas o novo profissional que se exige com a Indústria 4.0 será um profissional que tenha a visão do todo, que saiba como as partes operam entre si e que consiga se integrar ao funcionamento destas partes”, projetou Cabral.

O terceiro ponto fundamental para o profissional que quer se preparar para a Indústria 4.0, segundo Rodrigo Cabral, é que este profissional realmente compreenda que ele e todas as demais pessoas com as quais ele interage profissionalmente fazem parte de uma rede.

“Essa rede tem a ver com o fato de que a comunicação teve o seu custo reduzido abruptamente. Hoje é muito fácil falar com as pessoas, entrar em contato, conversar. Consequentemente, é muito fácil para vocês compartilharem a suas competências com os seus colegas. E é a soma destas competências que nós chamamos de inteligência coletiva. Em uma empresa, é esta inteligência coletiva que permite com que a companhia entenda o seu cliente melhor e que responda às suas necessidades de forma mais eficaz”, explicou Cabral.

Para explicar melhor as características de cada uma das revoluções industriais pelas quais o mundo já passou ou está passando e para abordar de forma mais ampla as características dos profissionais nestas diferentes fases nós produzimos o e-book “O profissional da Indústria 4.0”. Confira este material acessando o link abaixo.

 

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