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Tempo ocioso na indústria têxtil custa caro e impacta produtividade

A baixa produtividade combinada aos elevados custos de produção são alguns dos fatores que minam o crescimento e a competitividade da indústria brasileira. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a produtividade na indústria têxtil teve queda de 0,4% entre janeiro e setembro de 2014, em comparação a um crescimento de 4,9% registrado em 2013. Neste setor, um dos aspectos que refletem na produtividade e que nem sempre é levado em consideração é o tempo ocioso do trabalhador na etapa do encaixe de moldes. Dependendo do porte da empresa, o processamento do encaixe pode consumir de 75 minutos a 150 minutos por dia, gerando gastos sem produção à indústria.

O investimento em inovação é uma das respostas do setor, diante da necessidade de liberar a estação de trabalho para não interromper a produção. Esta foi a resposta de confecções do Paraná e de São Paulo, que passaram a adotar tecnologia nacional, o Audaces Supera, que consiste em um servidor de processamento de arquivos, que permite gerenciar e processar filas de encaixe enviadas por um ou mais computadores. Com a adoção da tecnologia, além do ganho de produtividade, o aumento no aproveitamento de tecido é outro ponto a ser observado. Na confecção da marca Bless, de São Caetano do Sul (SP), são produzidas em média 25 mil peças ao mês, resultado de 15 encaixes por dia. Antes de adotar a solução, o tempo de processamento para cada encaixe era de cinco minutos, totalizando 25 horas ociosas por mês. A marca Morena Rosa, confecção de maior porte sediada em Cianorte (PR), produz cerca de 100 mil peças por mês, com 50 encaixes por dia. Sem o Audaces Supera, o tempo gasto no processamento dos encaixes era de três minutos, totalizando 50 horas ociosas por mês.

Se considerarmos a média salarial de um encaixador na Grande Florianópolis como R$ 1.800, por oito horas de trabalho/dia, o custo de um trabalhador ocioso pode impressionar. Na Bless, o custo mensal do tempo ocioso era de mais de R$ 500,00. Na Morena Rosa, o valor mensal por trabalhador superava R$ 1 mil. De acordo com o presidente da Audaces, Claudio Grando, a solução ainda garante melhor aproveitamento da matéria-prima e otimiza o trabalho do Audaces Vestuário. “A economia de tempo é significativa, pois faz com que o Audaces Vestuário e o operador fiquem disponíveis para dar andamento a outros processos”. O Audaces Supera é um diferencial exclusivo para clientes Premium do Clube Audaces, que oferece vantagens personalizadas aos associados.

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