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26/03/2014

Logomania é tendência nas passarelas e nas ruas

A logomania está voltando. No início dos anos 90 a busca por uma moda mais minimalista e os movimentos sociais antiglobalização ganharam mais espaço no mundo e geraram uma certa aversão por logomarca. Agora essa tendência está mudando e está trazendo de volta o desejo fashionista de vestir peças estampadas com as logos das marcas.

É claro que camisetas com logos já existiam antes, porém, viraram peças-desejo junto ao público. De olho nesta novidade, a dupla Carol Lim e Humberto Leon, da Opening Ceremony e Kenzo trazem novidades nesta área. Alguns possíveis motivos, segundo o Blog de Lilian Pacce, podem ser elencados para o ressurgimento da logomania.

O fast fashion permitiu a massificação da produção, trazendo as novidades apresentadas pelasgrifes de moda de forma mais acessível (menos cara), sem que o consumidor precise comprar peças-cópias dessas marcas. E quem pode pagar mais, como faz para “avisar”que a roupa não faz parte do fast fashion? O logo, muitas vezes gigante, estampado na peça marcam essa diferenciação, uma vez “que o logo em si o fast fashion não pode vender”.

 

O uso de logomarcas é tendência nas ruas/ Reprodução

Vale destacar que não é só nas passarelas que a tendência aparece. Os hipsters, por exemplo, trazem um estilo no qual se interessam por peças com logomarcas expostas, seja de brechó ou não, mas que não necessariamente sejam logos da moda. Usam aquele boné de “marca de Posto de Gasolina” como se fosse de uma grife famosa de moda. Esse descaso underground lembra, em partes, o grunge – movimento que surgiu como uma resposta ao universo rico das grifes poderosas.

A logomania conquistou alguns estilistas, como Heron Preston e Peggy Noland, que atuam no sentido de recontextualizar os logos de marcas famosas, inserindo-os de forma divertida nas peças. Um dos pontos que se pode destacar é que essa tendência tem como maioria os jovens que nasceram nos anos 90 e que cresceram no contexto da globalização, vendo e brincando com as marcas, sem levar muito a sério.

Fonte
Site Lilianpacce

Leia também…
– Movimento grunge sobe à passarela
Anos 90: rompendo barreiras no vestir
– Seapunk – o estilo que veio das águas

 

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